“Meus Heróis Eram Todos Viciados” não caiu na armadilha da glamourização do vício

Logo nas primeiras páginas de Meus Heróis Eram Todos Viciados (Editora Mino), há um aviso de que é uma história que se passa no universo de Criminal, que é uma série de quadrinhos, também de autoria da dupla Ed Brubaker e Sean Phillips, cujos arcos contam histórias independentes entre si, mas que possuem como fio condutor principal o fato de serem todas protagonizadas por criminosos. Criminal foi originalmente publicada pela Marvel a partir de 2006, mas posteriormente mudou-se para a Image, onde continua até hoje.

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O extraodinário mundo de Jiro Taniguchi

Jiro Tanigushi é um dos meus autores favoritos por diversas razões, mas nenhuma delas me agrada mais do que a forma como ele encontra beleza na vida cotidiana. Desde O Homem que Passeia, primeira obra do autor lançada pela Devir e também a primeira que li dele, eu sou fascinado pela forma como ele aborda o ordinário como porta de entrada para o extraordinário.

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O final de “I am a Hero” decepciona apesar de início promissor

Embora seja leitor e colecionador de quadrinhos há décadas, gastando mais dinheiro com isso do que tenho coragem de admitir, seleciono com muito critérios as obras que compro, especialmente aquelas compostas por uma grande coleção de volumes, como é o caso “I am a Hero”. A obra de Kengo Hanazawa, que possui 22 volumes, foi recentemente concluída pela Panini após três anos de publicação. Então dá para afirmar com certa segurança que se trata de uma obra longa.

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